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Entre tantas versões, um maravilhoso Fusca conversível
De volta ao passado
Aceitei um convite. Dessa vez, para ver quatro rodas (de novo!), e não duas como é o meu negócio. Mas é daqueles convites que se você recusa, se arrepende. E foi ótimo.
Fui convidado pelo meu amigo Gabriel Marazzi para visitar o "ABC Old Cars & Parts", que é um encontro de carros antigos e especiais. O evento está em sua terceira edição e aconteceu nesse final de semana, nos dias 1 e 2 de agosto de 2009. Realizado no Instituto Mauá de Tecnologia, no Grande ABC, em São Caetano do Sul (SP), também conhecido como berço do automobilismo no Brasil, pude conhecer muitos carros antigos em perfeito estado, além de alguns que já conhecia e que me deu muita saudade.
Se você mesmo já não os teve, qual pai que não dirigiu um Corcel, Brasília ou Fusca? Quem nunca andou no "chiqueirinho" -- aquele espaço minúsculo atrás do banco traseiro do Fusca --, na infância? Sem contar com o ilustre "Ford modelo T", primeiro carro produzido em linha no mundo e também conhecido como Ford “Bigode”, devido as duas manetes na coluna de direção, uma para o avanço e outra do acelerador.
Melhor do que ver os carros é aprender com os apaixonados por "antigomobilismo", se é que existe essa palavra.
Conheci e assisti uma palestra sobre "A História da Mobilidade", do engenheiro automotivo e jornalista José Luiz Vieira. Uma experiência muito rica e uma aula sobre a história do automóvel em geral. Descobri que o primeiro carro, francês, tinha "apenas" 11 toneladas e a caldeira (funcionava a vapor) ficava à frente. Imaginou?
Entre velhas e novas histórias o evento também tinha uma premiação. Gabriel Marazzi foi um dos juízes do evento, que premiou em diversas categorias os automóveis inscritos no evento. O último troféu, concedido à um Ford Galaxie totalmente original, recebeu das mãos de Gabriel o Troféu Expedito Marazzi, homenagem à seu pai, um dos mais brilhantes jornalistas de testes e avaliações de motos e carros.
Por falar em motos, elas não ficaram de fora. Esse ano, o evento também contou com oito motocicletas clássicas. A ganhadora do troféu foi uma Honda CB 50 da década de 70, uma raridade. Mereceu.
Ano que vem, se eu for convidado, estarei lá de novo!
Não é o Civic e também não é o Fit. Conheça o Honda City, o terceiro carro da fabrica japonesa que será fabricado no Brasil.
Hoje, estive no “QG” da Honda, o CETH (Centro Educacional de Trânsito Honda), na cidade de Indaiatuba, interior de São Paulo. A missão: conhecer o novo carro nacional da Honda, o City.
Ele é um sedã-médio e será produzido na fábrica de Sumaré (SP). Lançado neste mês, julho de 2009, a versão de entrada custa R$ 56.210 e a top de linha R$ 71.095 (preços públicos sugeridos pelo fabricante).
Em todas as versões, o City conta com dois airbags à frente, um para o motorista e um para o passageiro.
O design foi inspirado no conceito "arrowshot form" um arco e flecha a ponto de ser atirado. Com um olhar desatento, ele lembra o Civic. Mas de fato o carro tem personalidade própria.
O City utiliza 60% das peças do Fit, mas dimensões são bem diferentes. O City é mais comprido e com entreeixo maior (5 centímetros). Também é mais baixo 4 centímetros.
Na foto ele parece ser mais largo do que realmente é, principalmente a sua traseira.
O motor é de 1.5 litro em todas as versões. Segundo a Honda, gera a potência de 115 cv a 6.000 rpm abastecido com gasolina, e ganha 1 cv com álcool. O torque é de 14,8 kgf.m a 4.800 rpm. Em todas as versões LX, EX e EXL pode ter câmbio automático de cinco marchas como opcional.
Somente a versão EXL pode ter câmbio automático com Paddle Shift (borboletas de câmbio no volante) e também freio a disco nas quatro rodas.
A direção é bem leve e conta com assistência elétrica. Fiquei surpreso com a capacidade do porta-malas de 506l. É bem maior do que a do Civic, que tem 340l.
Outro item que me agradou bastante foi a possibilidade de inclinação do banco traseiro em 8 graus. Para quem viaja atrás é excelente.
As rodas (opcionais) de aro 16 polegadas são polidas, e quando combinadas com o manete cromado (também opcional), dão um toque realmente especial ao carro.
Mas é preciso tomar cuidado com buracos devido ao perfil baixo dos pneus. As versões EX e EXL utilizam pneus 185/55 e rodas de 16 polegadas; e a versão LX tem rodas de liga leve de 15 polegadas, e pneus 175/65.
De todas as versões que dirigi, a com câmbio manual foi a que mais me agradou. O automático com Paddle Shift, em minha opinião, ficaria bem em uma versão mais esportiva.
A suspensão, ao contrário do que imaginei, é bem firme e, em conjunto com a direção, alternar a direção ficou do jeito que eu gosto, com pouca movimentação e obedece de imediato.
As cores disponíveis são: Branco Taffeta Sólido, Dourado Poente Metálico, Prata Global Metálico, Grafite Magnesium Metálico, Cinza Paladium Metálico, Verde Vermont Perolizado, Vermelho Rally Sólido, Preto Cristal Perolizado e Verde Deep Perolizado.
Os preços sugeridos são de R$ 56.210 (LX MT), R$ 60.010 (LX AT), R$ 61.650 (EX MT), R$ 65.450 (EX AT), R$ 65.375 (EXL MT) e R$ 71.095 (EXL AT) com frete incluso (base Estado de São Paulo).
Sem dúvida um dos automóveis mais adorados pelo povo brasileiro, o Opala foi lançado em 1968 (modelo 1969). O nome Opala em português e em outras línguas é o nome de uma pedra preciosa, incolor na sua extração mas que ganha cores com o passar do tempo. Talvez por isso, esse bólido teve uma das vidas mais longas da história automotiva, ficando em linha de 1968 até 1992. Foi inspirado no Opel Rekord que já era fabricado na Alemanha. Dentre os inúmeros modelos fabricados, os Gran Luxo e SS eram os mais desejados; estes eram dotados dos famosos motores 6 cilindros (6 bocas para os maloqueiros). Uma das mais famosas lendas do Opala é que ele se tornou "o carro do bandido",Opala é carro de ladrão, etc.. Quem aqui nunca andou num Opala, que se manifeste. Se não andou convido para andarem no meu. Sim possuo um Gran Luxo de 1972 que foi do meu avô e é minha paixão. Segue um vídeo que mostra não todos, mas vários dos modelos fabricados.
Abraços,
Vina
Apresento aqui dois clássicos da história dos Carros Superesportivos. O primeiro, Lamborghini Countach LP500. Desenhado pelo estúdio Bertone, era dotado de um poderoso motor V12 de 5 litros com 6 carburadores Weber de corpo duplo, ou seja, uma boca para cada cilindro. Tal configuração gerava 440cv a 7.400 RPM e o barulho ao vivo era ensurdecedor. Coloco ao lado deste bólido, apenas para gerar polêmica, a Ferrari Testarossa. Desenhada pelo lendário estúdio Pininfarina, era dotada também de um motor V12, este com 4.9 litros, porém, com Duplo comando de válvulas no cabeçote gerava 390cv. Já que a Ferrari é considerada uma lenda, opinem sobre cada um deles. Eu fico com o "Lambo", que faz para mim, a Ferrari parecer um gatinho miando.