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  por Pasqual
  em 31/10/2008 16:47

Pseudo post
  por Marcelo Amorim
  em 11/09/2008 17:31

sim, tirei isso do google
Porra, galera, como é difícil aceitar o outro, não é? Juro que eu não consigo entender essa puta dificuldade que vocês têm. Deixem os “cults”, os pseudo sei lá o que, os verdadeiramente sei lá o que em paz. Se o cara acredita num tal de socialismo, ou no “ismo” que for, deixem o cara defender seu ponto de vista na boa, em liberdade. Claro que tem muito mala dentro disso aí, concordo. Assim como tem muita gente mala fora disso também, bem aqui “do nosso lado”.

Se o cara quer cultuar sua barba mal aparada, enquanto o outro prefere lambuzar a cara de bálsamo pós-barba, qual é o verdadeiro problema disso? Se fulano só consegue ouvir jazz dos anos 50, e no bolachão, enquanto cicrano ama passar a tarde do sábado com Bruno e Marrone a milhão no MP3 do carro, cadê a crise? Se a riponga vegetariana acredita que o mundo era bem melhor quando Lennon e McCartney compuseram “Love Me Do”, enquanto a webdesigner aposta tudo na entrevista que vai fazer na sede do Google, me diga onde verdadeiramente isso incomoda?

Olha, lamento profundamente informá-los, mas a gente precisa, sim, conviver com os opostos, com as idéias opostas. A gente só não precisa de canalhas, de bandidos, de covardes, de assassinos, de terroristas, de golpistas, de corruptos, etc., embora eles estejam por aí aos montes, principalmente os etcétaras. Agora, de quem é diferente e pensa diferente de mim, do Moscou, da Magrela, da Pri, do Tiburça, do Quejão, do caralho a quatro, a gente precisa, sim. No mínimo, pra gente perceber que o mundo é muito mais que esse buraco que a gente tem na barriga.

Em tempo: sei que a maioria – senão todos aqui – vão dizer que sou mais um “pseudo-sei-lá-o-que”, um desses estereótipos que as pessoas usam como ferramenta de auto-defesa, para tentar negar suas próprias limitações. Tudo bem, fiquem à vontade, pois tô acostumado. E não tô aqui pra dar lição de moral em ninguém, só tô dizendo o que eu penso, catando os meus coquinhos. Sei que o legal, o moderno, o atual, o que a galera aceita, é mandar bem na intransigência, na intolerância, apertar o botão do foda-se na direção de quem não é “dos nossos”. Sei bem disso. A propósito, hoje é 11 de setembro.
Tiro ao alvo pro Tiburça
  por Marcelo Amorim
  em 29/08/2008 19:32

Vai, Tiburça, é a sua chance de ter aquele orgasmo que você nunca teve com mulher nenhuma ;-)
Mais uma medalha de choro
  por Marcelo Amorim
  em 21/08/2008 12:29

Eu podia estar lavando, eu podia estar passando, mas estou aqui, areando uma prata.

De novo, deu merda. Nada de ouro, ficamos com a pratinha mesmo. Justo ou não, o fato é que o esporte brasileiro, mais uma vez, bateu na trave, e agora no futebol feminino. Concordo com o que a Marta disse ontem, que a medalha estava madura, se jogasse uma pedra a bicha caía. Mas não caiu, ficou lá na árvore. E coisa que amadurece e ninguém colhe, ou passarinho come ou apodrece. Mas que não joguem essa pedra agora nas mulheres, que mais uma vez envergaram a camisa amarela com dignidade.

Aliás, de uns tempos para cá, as mulheres andam dando mais conta do recado do que os homens. Como disse o Zé Simão, quem entra de salto alto são eles. O problema, agora, é que se ganhando as meninas já dificilmente teriam o apoio que há tempos merecem, sem levantar o caneco é que não vai rolar grana nenhuma mesmo, estrutura, prestígio, campeonato brasileiro decente, nada. Portanto, o que vejo no meu lampião de cristal é que tudo vai continuar como dantes. No máximo, piorar, pelo menos num curto prazo.

Sabe ressaca de vinho barato? É isso que ta pintando, e não só no futebol feminino e masculino, mas em vários esportes que deram traque nesta olimpíada. A exceção, como quase sempre tem sido, é o vôlei, que continua indo muito bem, obrigado. Falando em vôlei, alguém aí já deu um look na Paula Pequeno? Que Maria Sharapova, que nada! Prevejo uma capa da Playboy já já pra moça ;-) 

 

 

Bóra começar isso aqui
  por Marcelo Amorim
  em 13/08/2008 18:12

Se trocar a bola pela cabeça de uma caveira, temos uma cena de Shakespeare
Vou utilizar esse espaço pra fazer previsões. Simples assim. De horóscopo semanal a visões apocalípticas, quero aqui adiantar o desfecho do que estiver rolando pelo mundo. Aí você pergunta se tenho algum dom pra isso, se sou profeta, pai de santo, parente da Mãe Dinah, se leio tarô, jogo búzios, pocker ou o que, ao que respondo – e precisa? Tem coisa que a gente já sabe logo de cara que vai dar merda. O Brasil no “Pan da China”, por exemplo. Tava na cara que aquilo ia dar xabu. O Galvão e os outros buenos fazem o maior escarcéu pra vender a idéia de que os atletas que foram ouro, prata ou bronze no Pan do Rio têm tudo pra arrebentar na olimpíada. Porra nenhuma! O sujeito pula na piscina, dá tudo que pode, não faz nem xixi na água, bate o recorde sul-americano (pusta, que legal!) e... e nem pra semifinal ele vai.

Tá, e de horóscopo, eu lá entendo? Ah, disso entendo. Um pouco, mas entendo. Já namorei uma astróloga! Ok, se isso não vale como certificado, bem antes disso eu praticamente escrevi horóscopo pra um jornal onde trabalhei quando tinha 14 anos de idade. A mulher que era paga pra isso saía de férias três meses no verão e sobrava pra mim, que tinha que pegar alguns textos já publicados ao longo do ano, reescrever tudo com outras palavras e pronto, o troço voltava pro jornal requentado. Ou, como se diz tecnicamente, “copideskado”. Portanto, nesse assunto, eu sei um pouco o que estou falando.

E vamos em frente. Aliás, toda previsão que se preze tem que ir lá pra frente. Se bem que, se a coisa começar a dar muito errado, eu parto pra fazer previsão do passado mesmo.