
O governo anunciou ontem as novas regras para a caderneta de poupança. A grande novidade será a cobrança de Imposto de Renda sobre as aplicações acima de R$50 mil. Para quem possui a poupança como única fonte de renda, a isenção será de um valor superior a este.
Na verdade, o governo precisou mexer na poupança em função da queda da taxa Selic, que tende a atingir, no futuro, a casa dos 7%, ou seja, se nada fosse feito, a poupança daria mais lucro do que determinados fundos de renda fixa, o que faria com que grandes investidores abandonassem seus fundos de investimentos e migrassem para a poupança, causando problemas para o governo na venda de seus títulos e na administração da dívida.
O mais inusitado nesta história, é que a poupança que sempre foi sinônimo de segurança e jamais de lucros, passaria a dar os dois, se não fosse a intervenção do governo, que provavelmente sofrerá algum desgaste com essa medida, que entra em vigor apenas em 2010, pois nem todos conseguem compreender a sua importância para o país e, quando se fala em mexer na poupança, as pessoas começam a lembrar do confisco no governo Collor, em 1990, mas, neste caso, não há com o que se preocupar.
É bom lembrar que esta medida atingirá apenas 1% da população que possui poupança, pois 99% destes têm menos de R$50 mil aplicados, ficando fora das novas regras então, não vejo motivo para todo esse alarde, a não ser que o governo esteja tentando esconder outros assuntos que são realmente mais importantes.
O mundo está passando por uma crise avassaladora, empresas fechando as portas, milhares de pessoas desempregadas e com muitas dificuldades financeiras, mas mesmo assim, o nosso presidente bateu novamente o recorde de aprovação, alcançando a marca dos 84%. Mas para tudo tem uma explicação. Circula na internet um e-mail que contradiz aquele Provérbio Chinês: “Antes de dar comida a um mendigo, dá-lhe uma vara e ensina-lhe a pescar”, isso é exatamente o oposto do que está fazendo o governo brasileiro. Não sei se é verídico o texto abaixo, mas é interessante ler e refletir se é vantagem trabalhar de segunda a sábado e ganhar menos de R$500,00 ou seguir o exemplo deste zelador de Natal (RN).
“O zelador de um prédio em Natal (RN), pediu à administração do condomínio onde trabalhava que o demitissem. E, contou o motivo, para tal atitude; tem dois cunhados desempregados, lá mesmo em Natal, e que, por conta da Bolsa Escola, Cartão Cidadão, Cartão Alimentação, Vale Gás, Transporte Gratuito, Vale-Refeição (acreditem - Vale-refeição) e demais benefícios do nosso governo, dadas a título de esmola, vivem melhor que ele.
Aí paramos e fomos fazer umas continhas:
1. Bolsa escola - R$ 175 para cada filho que freqüente as aulas (suponhamos que sejam apenas dois) = R$ 350,00 (em dinheiro);
2. Cartão cidadão (cujo intuito é restituir a cidadania) = R$ 350,00 (em Dinheiro);
3. Vale gás (um por mês) = R$ 70,00;
4. Transporte (calculamos 4 passagens diárias, que é uma boa média) R$8,00/dia x 20 dias = R$ 160,00;
5. Vale refeição (um por dia) R$ 3,50/dia x 30 dias x 4 pessoas (ele a esposa e os dois filhos) = R$ 420,00;
Total em dinheiro - R$ 700,00
Total em serviços - R$ 650,00
Total mensal - R$ 1.350,00
Obs.1: O salário do zelador acrescido de horas extras e tudo mais girava em torno de R$ 830,00/mês.
Obs.2: Tudo isso é o estabelecido pela *LEI No 10.836, de 09 DE JANEIRO DE 2004*.
Dúvida consulte:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Lei/L10.836.htm
Como o zelador tem três filhos em idade escolar, para ele é vantajoso ficar desempregado e ter esses benefícios. Seu “salário desemprego” irá girar em torno de R$ 1.525,00, quase o dobro do que ganha trabalhando honestamente.
Como diria o Boris Casoy (expurgado da TV por se opor ao Lula): “ISTO É UMA VERGONHA!”.”
Agora, se formos pensar, quem paga isso, a resposta é muito fácil: SOMOS NÓS. Nós, que trabalhamos duro todos os dias, que passamos por dificuldades, que temos uma carga tributária ridícula, nós que pagamos para que essas pessoas vivam de esmola do governo, fazendo cada vez mais filhos, para ganhar cada vez mais dinheiro, sem trabalhar, é claro! Mas é isso, esse é o nosso Brasil.

Desde 2003 a Bovespa vinha acumulando altas ano após ano. Em 2008 parecia que tudo continuaria no mesmo ritmo, pois os primeiros meses do ano foram de bons resultados, fazendo com que o Ibovespa batesse recordes consecutivos. Praticamente na metade do ano ouviu-se falar numa crise nos Estados Unidos que, para a maioria dos analistas, seria como as diversas outras que começavam, mas logo chegavam ao fim. Só que dessa vez foi diferente, ninguém imaginava, mas a crise tomou proporções gigantescas, atingindo desde os países subdesenvolvidos até as superpotências, momento este, que foi considerado por alguns, como sendo o fim do mundo.
No sentido real, o mundo não acabou, mas diversas pessoas ficaram desempregadas, sem dinheiro e não tendo onde morar, grande parte das empresas tiveram desvalorização de mais de 50%, no valor de suas ações, demitiram funcionários e outras faliram. Tendo este cenário catastrófico, o Estado precisou intervir na economia para tentar minimizar os efeitos da crise mundial, pois se isso não ocorresse a tragédia poderia ser ainda maior.
No Brasil, o Ibovespa fechou 2008 com queda superior aos 41% e, segundo o site Reuters, teve o pior ano desde 1972. Se for considerado apenas o mês de dezembro, o Índice mostrou sinais de recuperação e fechou positivo em 2,6%, mas continuou abaixo dos 40.000 pontos.
No primeiro pregão de 2009 (02/01), principalmente em função dos administradores dos fundos de investimentos terem ido às compras, o Índice Bovespa fechou o pregão com alta superior aos 7%, atingindo os 40.244 pontos. No segundo pregão do ano (05/01), basicamente em função dos novos pacotes econômicos de ajuda aos países, apresentados por seus respectivos governos – em especial a medida de redução de US$ 300 bilhões de impostos, que deve ser adotada por Barack Obama, presidente-eleito dos Estados Unidos, e logo depois, na China, onde o governo pretende eliminar taxas de exportações sobre algumas commodities metálicas, estimulando a re-exportação, entre outras – fizeram com que o Ibovespa subisse 3,17% alcançando os 41.518 pontos.
O que se vê, é que 2009 começou da mesma forma que os outros anos, com alta nas bolsas, investidores otimistas e a crise sendo esquecida, mas é importante manter os pés no chão, nem tudo que escutamos é exatamente o que irá acontecer, pois este mercado vive de especulação, nada é 100% concreto, mas se depender da pesquisa feita com as corretoras mais importantes do país, pela revista Exame, a perspectiva é que o Ibovespa fique próximo dos 60.000 pontos ao final de 2009. Todos estão torcendo que isso ocorra, principalmente depois do susto de 2008, mas é importante agir sempre com muita cautela, pois ninguém pode prever o futuro, tudo é especulação.

Há alguns séculos, na Europa, a emissão de moedas era feita pela autoridade política representativa, no espaço nacional, sendo esta, a única autorizada a cunhar as moedas, que eram feitas de uma liga natural de prata e ouro.
Da mesma forma que existe hoje, naquela época haviam os falsificadores que utilizavam uma forma de fabricação mais barata, com outros metais. Se não bastasse, alguns fraudadores aproveitavam o fato de haver moedas maiores e mais pesadas, em função da forma rudimentar como eram produzidas, para rasparem a volta das moedas, retirando parte do ouro contido nelas, e as colocavam de volta em circulação. Para evitar essas raspagens, a borda da moeda começou a se toda serrilhada, durante a fabricação, assim, no ato da compra, se estivesse desgastada, não precisava ser aceita pelo vendedor.
Atualmente, no Brasil, com toda a tecnologia, a qualidade das moedas está muito boa e os custos mais baixos. Mesmo assim, quando é feita a comparação entre o valor para fabricação e o seu valor real, algumas moedas valem menos do que custam para serem fabricadas, por exemplo, a simples moeda de 1 centavo que custa 9 centavos para ser produzida, já a de 50 centavos custa 22 centavos e a de 1 Real custa 26 centavos para ser produzida. O que mais chama a atenção é que uma nota de 100 Reais custa 10 centavos para ser produzida, enquanto a moeda de 5 centavos custa 12 centavos.
Quando se fala em moedas ou centavos é impossível não se lembrar dos trocos que recebemos. Quem nunca passou por aquela situação onde o produto custa R$10,04 e a pessoa tem R$10,00 ou R$50,00 e, no caso, a vendedora prefere dar o troco de R$39,96, ou seja, são aqueles 96 centavos que ficarão o dia inteiro fazendo barulho no seu bolso. Na questão do troco, também tem a história das balas. Neste caso, o produto custa R$9,97, daí a pessoa dá R$10,00 e a vendedora pergunta: “posso te dar uma bala?”. Da vontade de perguntar se, no dia seguinte, a pessoa pode ir fazer suas compras e pagar com balas. Eu, com relação a isso, não tenho problema, pois gosto de balas e chicletes, mas muita gente quer receber o troco certo.
O ideal seria que todos os produtos tivessem valores “redondos”, assim, as moedas poderiam acabar. Mas aí alguém iria perguntar: “sem moedas eu teria que vender uma bala ou um chiclete por R$1,00”. Não, claro que não! Os produtos com valores “quebrados” ou que custassem menos de R$1,00 seriam vendidos em quantidades maiores. Assim, acabariam as reclamações por trocos mal dados e ninguém precisaria ficar carregando aquele monte de moedas barulhentas no bolso ou espalhadas pelo carro. As moedas, que fiquem para os colecionadores.

A principal moeda de troca utilizada para comprar bens e serviços, é o dinheiro. Normalmente, está muito mal distribuído, poucos têm muito e muitos têm pouco.
Claro que qualquer pessoa gostaria de ter uma conta bancária cheinha e, pensando assim, parece que ser rico só traz felicidade, mas nem sempre é o que acontece. Muitas pessoas já foram assassinadas por terem ganhado na Mega-Sena, assaltos e seqüestros são freqüentes, mas não é só isso, o dinheiro gera competição pessoal e profissional, ganância e egoísmo, mas a falta dele pode causar a morte, no caso da fome ou de uma doença que precise ser tratada com urgência. Na tragédia ocorrida em Santa Cataria, muitos alimentos foram doados, mas o que está faltando, agora, é dinheiro para a reconstrução das casas.
Quando se tem muita grana e se perde tudo, é o momento em que a pessoa descobre se tem amigos verdadeiros, se tem família e, principalmente, qual é o seu valor como ser humano. Normalmente, ficar sem dinheiro significa perder todos os amigos, pois vivemos num mundo de interesses, onde as pessoas são vistas pelo que tem e não pelo que são. Em função disso, muitas pessoas vivem às custas e são mandadas por gente que tem mais condições financeiras, apenas para ostentarem uma condição, que não é a sua.
Mas enquanto uns sofrem sem dinheiro, outros brincam com isso. Mesmo em época de crise mundial, dá para dizer que tem gente inventando moda. Um bom exemplo disso, que foi noticiado pela Agência Efe, em Londres, é do economista irlandês Mark Boyle, que pretende viver um ano sem dinheiro. Irá morar em um trailer, tendo um fogão a lenha, um chuveiro com painel solar, uma bicicleta como meio de transporte e, claro, um buraco no chão que será o seu banheiro.
Mark considera fácil o desafio, pois a sociedade joga muita comida no lixo, assim, basta se aproximar da caçamba do supermercado para se alimentar. Outra alternativa, segundo ele, é encher a barriga em festas de lançamento de livros ou em inaugurações de exposições de arte. Além disso, pretende plantar alguns alimentos, em especial batatas, uma das comidas prediletas dos irlandeses.
A única preocupação do economista é com alguma doença, alguma lesão ou algum problema com sua família. E, deixou claro que não abrirá mão do celular e do seu computador portátil, mas ressaltou que as baterias só serão recarregadas por energia solar.
O desafio que teve início no dia 29 de novembro, com o apoio de 400 presentes, tem o objetivo de demonstrar que com a quantidade de comida que é desperdiçada, pela população, é possível sobreviver sem gastar nada e, por enquanto, ele está conseguindo. E você, conseguiria?

Todas as pessoas nascem com um dom, ou seria com um talento? Estas duas palavras parecem ter o mesmo significado, mas há uma pequena diferença entre elas: dizem que o dom, é uma qualidade natural, a pessoa já nasce com ele, no caso, seria como um presente de Deus, já o talento, é uma habilidade adquirida, pode ser treinado e desenvolvido, só depende da determinação da pessoa. Na verdade, o bom seria que todos tivessem um pouco dos dois, se é que não têm!
O dom e o talento podem ser vistos nos jogadores de futebol ou de qualquer outro esporte, nos cantores e músicos, nos vendedores, nos empresários, nos políticos, nos atores e atrizes, etc. Quem tem uma qualidade que se sobressai aos demais, chama a atenção e, tende a fazer muito sucesso. Mas é sempre bom lembrar, bem como diz aquela expressão, que o sucesso só vem antes do trabalho, no dicionário, que é muito importante estar sempre se preparando, se atualizando, se aperfeiçoando e treinando, independentemente da profissão que exerça e, mesmo tendo talento, é possível fracassar, pois, atualmente, a concorrência está grande, em todos os setores.
Quem nunca ouviu esta frase: “ele não nasceu pra isso”? Pois é, muitas pessoas insistem numa profissão que não combina com elas, que não se sentem bem exercendo-a, fazem, mas é sem prazer. Estas pessoas não serão as primeiras, nem as últimas, pois nas faculdades milhares de jovens trocam de curso diversas vezes e acabam se formando em um, que nem era bem o que imaginavam, mas estão lá e, fazer o que? O que influencia muito, nessas escolhas, são a renda e o mercado, pois há profissões que estão pagando pouco e existem outras, que o mercado está saturado, ou seja, não há mais vagas para novos profissionais, então, o jeito é sacrificar-se um pouco.
Falando sobre dom e talento, posso dizer que admiro os bons negociadores, ou seja, pessoas que negociam por prazer, sem esforço e, que, normalmente, alcançam ótimos resultados, naturalmente. Mas é claro que, para ser um bom negociador, é preciso muita preparação, por isso, existem tantos cursos para formar, estes, negociadores e, sempre, o que se vê, são salas lotadas, pois todos querem estar preparados para encarar as disputas diárias que temos.
Na hora daquelas negociações, numa sala de reuniões, pelo menos, três etapas básicas devem ser seguidas. A primeira, é preparar-se bem, estar dominando o conteúdo do negócio, tentar descobrir informações da outra parte, etc. A segunda, é a própria negociação, onde é preciso haver uma boa comunicação, um bom relacionamento entre as partes, mostrar confiança e passar segurança do que está falando e da qualidade do produto, no caso de uma venda e, é importante lembrar, que por mais que você precise fechar o negócio, tente não demonstrar isso, pois a outra parte pode perceber e usar isso contra você, até fechamento do negócio. A terceira, seria a pós-negociação, que é onde você deve analisar seus erros e acertos e, assim, já ir se preparando para uma nova negociação.
As negociações fazem parte do nosso dia a dia, seja com os pais, na hora de pedir dinheiro, ou pode ser na hora de comprar uma casa, um carro, ou qualquer outro produto, pode ser na hora de decidir quem paga a conta e, assim, milhares de outras situações surgirão e, logo, quem estiver melhor preparado ou quem tiver o dom ou o talento para negociar, se dará bem.
E você, já descobriu o seu dom ou o seu talento?

A economia doméstica tem entre seus objetivos principais, proporcionar um aumento na qualidade de vida das pessoas e fazer com que sobre dinheiro no final do mês. Então, a primeira dica é colocar no papel os gastos básicos, como luz, água, telefone, condomínio, alimentação básica, etc. e, em seguida, o que é pretendido gastar com os extras, como diversão e caprichos que se a pessoa ficar sem, não irá morrer e, sem nunca esquecer o principal, que é poupar, nem que seja, pelo menos, uma pequena parte do salário. Essa atitude de escrever os gastos numa planilha do Excel ou, mesmo, numa folha qualquer, pode parecer bobagem, mas dá certo. Faça o teste!
A palavra planejamento deve estar presente na vida de todos, pois para quem se prepara, por exemplo, guardando algum dinheiro, dificilmente terá que passar por situações desagradáveis, neste sentido. No geral, as pessoas não sabem o que fazer com seus salários, pois nunca aprenderam sobre isso, a não ser, na prática. Isso deveria começar com as crianças que, normalmente, não são preparadas para encarar o mundo financeiro. O ideal seria que, na escola, houvesse uma matéria que tratasse desse assunto, que preparasse as crianças. Por enquanto, fica por conta dos pais essa tarefa. Seria bom que os pais dessem uma mesada para os seus filhos, pois esta já seria um início para que as crianças, pré-adolescentes e adolescentes aprendessem a lidar com o dinheiro e a poupar. E, é sempre importante ter pulso firme, se o seu filho gastou todo o dinheiro, azar, não adianta ter pena. Por acaso, algum banco tem pena de você? Lhe dão descontos no cheque especial ou perdoam suas dívidas? Pois é, é preciso aprender desde cedo, qual será o mundo que terão de enfrentar.
A crise pode parecer ruim para todos, mas, na verdade, ela pode ser encarada como um momento de oportunidade, neste caso, oportunidade de comprar barato. Quem pretende começar a economizar ou que já economizou, por algum tempo, e tem dinheiro na mão, está feito, pois o pagamento a vista está sendo muito bem vindo e, normalmente, preferido, no comércio em geral, devido à diminuição de dinheiro (em espécie), circulando pelo comércio. Pagar algum produto que, por exemplo, tenha um desconto, a vista, de 10%, já vale muito, sendo uma compra de R$1.000,00, sobra R$100,00, para o churrasco de domingo, ou para poupar e depois investir em algum fundo ou, mesmo, na poupança. Outra iniciativa que dá um pouco de trabalho, mas que, normalmente, gera uma boa economia, é fazer orçamento, podendo a diferença nos preços, ultrapassar os 50%, dependendo do tipo de produto pesquisado.
Foi notícia, nesta semana, a iniciativa do dono de uma revenda de automóveis usados, na Inglaterra, que lançou a seguinte promoção: “você compra um carro e leva outro de graça”. O resultado não poderia ser melhor, está conseguindo vender os carros que estavam encalhados em sua loja e, assim, lucrando muito, enquanto seus concorrentes que, mesmo na crise, ainda querem ganhar bastante, sofrem para manterem as portas abertas. Então, está aí uma idéia para as revendas brasileiras, que passam por situação semelhante, e que precisam voltar a dar lucros.

Diariamente surgem produtos novos no mercado e as pessoas querem comprá-los, pois nunca estão satisfeitas com o que têm. Pode ser um celular, um carro, roupas, produtos de beleza ou brinquedos, para as crianças. Basta aparecer uma propaganda, pode ser na televisão, no rádio, numa revista ou num jornal, que o lado consumista das pessoas aflora. Normalmente, nem estão precisando, mas como é novidade, precisam comprar. Para quem tem muito dinheiro, tudo bem, é possível estar, sempre, atualizado às novidades, mas e as pessoas que não tem dinheiro sobrando e, compram, apenas, para satisfazer o seu ego ou, mesmo, para se mostrar, para causar inveja em alguém, estas, sofrerão as conseqüências, no futuro.
As pesquisas divulgadas, sempre mostram que o brasileiro não tem o hábito de poupar. Isso é algo que deveria mudar o quanto antes, pois a crise mostrou, principalmente, nos Estados Unidos, como é fácil destruir um império. Lá, o nível de desemprego está atingindo patamares altíssimos, crescendo, mês a mês e, muitas empresas estão fechando as portas, as pessoas estão perdendo seus empregos e suas casas, é um verdadeiro estado de calamidade, que vive o povo americano.
No Brasil, as coisas parecem estar um pouco melhores, mas o destino tende a ser o mesmo dos EUA, pois as notícias da última semana não são, nem um pouco, animadoras e, já mostram os efeitos da crise no país. Antes, apenas no mercado de ações, se via a desvalorização de empresas com capital aberto, agora dá para ver que a crise chegou ao mundo real. Segundo a SERASA, houve uma alta de 7,5% no nível de inadimplência, de pessoa física, no país, até outubro, comparando os dez meses de 2008 com o mesmo período de 2007. Cada vez o crédito está mais caro e a população mais endividada. No levantamento feito pelo PROCON-SP, os juros bancários alcançaram o maior nível, em cinco anos, neste mês. Numa pesquisa realizada pela TeleCheque, foi constatado que o número de cheques devolvidos aumentou, consideravelmente, nos dois últimos meses, mostrando que as pessoas estão gastando mais do que deveriam, assim, deixando de honrar os compromissos firmados, no ato da compra. A ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), fez um estudo que revelou que 60% dos brasileiros já têm um destino para o seu décimo terceiro, que ainda irão receber: será usado para pagar dívidas. Apenas 15% da população deverá usar o décimo terceiro para comprar presentes de natal, podendo significar um final de ano de poucas vendas e, logo, demissões e empresas falidas, como já ocorreu com grandes redes de lojas que precisaram fazer ofertas relâmpago, para diminuírem os estoques e se manterem vivas no mercado. Outras empresas tiveram que dar férias coletivas à seus funcionários, para que não houvesse uma onda de demissões em massa.
Com todos esses dados, todas essas pesquisas realizadas, o que se percebe é que a crise está começando a atingir o Brasil de uma forma dura e, para o futuro, as coisas não serão nada fáceis, por isso, é importante se controlar e evitar gastos desnecessários, pois quem não fizer isso e, preferir, ficar esbanjando, poderá acabar sem dinheiro e com o nome sujo. Não adianta se iludir que a crise só atingiu os países ricos, dia a dia, estamos assistindo e, sentindo, na pele, os efeitos dessa devastadora crise mundial. Então, cabe a nós, estarmos conscientes e preparados para enfrentá-la.

Dificilmente exista alguém que nunca tenha dado um passo maior que a perna, ou seja, que nunca tenha feito algo além do que poderia ou deveria. Todos cometem erros e fazem coisas que depois se arrependem e, às vezes, pagam, por isso, pelo resto de suas vidas, principalmente na questão financeira.
Há pessoas que são bastante controladas, mas existem outras que são consumistas demais, elas sabem que estão sem dinheiro e, mesmo assim, compram coisas que, muitas vezes, são supérfluas, que a pessoa não morreria por ficar sem o produto ou o que quer que fosse. Assim, quando não se tem dinheiro, mas se quer comprar, o jeito é se endividar, logo, quem agradece, são as financeiras e os bancos, que cada vez estão mais ricos e, as pessoas, cada vez mais pobres e mais endividadas.
Gastar o que não se tem é muito comum, basta olhar à sua volta e ver quantos amigos, colegas ou conhecidos seus estão com dívidas até o pescoço. Na maioria das vezes, as pessoas têm muitos bens e, vivem ostentando, quando na verdade, grande parte deles, nem lhes pertence, pois financiaram, para terminar de pagar só daqui a alguns anos.
Para os usuários do cartão de crédito e do talão de cheques, eles são muito bons, mas é importante nunca esquecer que, no final do mês, vem a conta e a compensação e, é preciso ter o dinheiro.
A palavra dívida soa muito mal aos ouvidos de qualquer um e, quem contrai uma desta, pode saber que a tendência é ela só aumentar, como se fosse uma bola de neve, que quanto mais desce, maior fica.
Antes de adquirir qualquer coisa, qualquer bem, é bom pensar se você realmente está precisando e, se tens como pagá-lo, pois devemos comprar somente o que sabemos que vamos ter condições de quitar, para honrar com o compromisso firmado. Quem pensa bem antes de comprar e não compra mais do que pode, certamente, não se endivida.
Mas e quem nunca deu um passo maior que a perna? Que atire a primeira pedra!

A chave para qualquer empresa se manter viva, no mercado, são os seus clientes, pois é preciso vender o que é produzido, ou os serviços que são prestados, caso contrário, a falência será o destino.
Antigamente, as pessoas é que precisavam das empresas, as ofertas de produtos eram escassas, muitas vezes, lojas que vendiam um bem específico, havia uma aqui e outra a 500 km, sem falar das dificuldades e da demora no transporte. Nesta época, o cliente, quando precisava comprar algum produto, nunca tinha razão, era enrolado e, até humilhado, pois ele não tinha outra saída, era aquilo ou aquilo, não havia opção, não tinha escolha.
Atualmente, as coisas mudaram muito, começando pela burocracia que há para abrir uma empresa, pelos tributos que precisam ser pagos, pelas leis trabalhistas que existem etc. Hoje, os clientes têm diversas lojas onde encontram o mesmo bem ou serviço que necessitam, além das diversas opções de pagamento.
Para se manter forte no mercado e vencer a concorrência, que chega a ser desleal em certos momentos, a empresa precisa ter funcionários preparados, motivados e que estejam trabalhando no setor onde rendem mais, para que o atendimento ao cliente seja perfeito. Na questão da margem de lucros, é preciso ser coerente, pois se ela for muito alta, assustará quem precisa comprar e, se for muito baixa, a empresa não conseguirá pagar as suas próprias despesas, então, é preciso encontrar uma margem de lucro intermediária, onde ambos saiam satisfeitos. Mas o preço não é tudo. A maioria das pessoas voltam ao lugar onde foram bem atendidas, mesmo que tenham que pagar um pouco mais, por isso. Logo, o que se vê, é que o cliente está atrás não apenas de um produto, mas, também, de um amigo, alguém em que possa confiar e, que tenha certeza, de que não será passado para trás.
Algumas pessoas são consumistas natas, muitas vezes, nem estão precisando de determinado produto, mas em função do bom atendimento, voltam à loja para conversar e acabam comprando alguma coisa. Isso é sempre muito importante, pois um cliente satisfeito irá fazer uma propaganda de graça, da sua empresa, para diversas pessoas que, provavelmente, se tornarão seus clientes, no futuro. Já um cliente insatisfeito, pode começar a arruinar o seu negócio, pois com tantos lugares onde comprar determinado produto e, com opções até pela internet, uma propaganda negativa poderia significar o fim de sua empresa.
Então, atender bem um cliente, dar a atenção necessária e fazê-lo sair feliz e satisfeito de sua loja, pode parecer bobagem, mas, certamente, lhe renderá muitos frutos. É importantíssimo investir no atendimento, no ambiente, na qualidade dos produtos e, na questão do pós venda (garantias, etc.), para que sua empresa tenha o sucesso desejado. Cliente e empresa não sabem viver um sem o outro, por isso, represente bem o seu lado, cumpra o seu papel.